Pr. Carlos Nelson & Miss. Ana Servos do Senhor chamados para o ministério desde 1993, com vasta experiência no campo missionário nacional e internacional; formação teológica, humanas e missiológica. Membro da AD-Belém - SP Credenciado na CONFRADESP - Convenção Fraternal Interestadual das Assembleias de Deus. Nº 7295 e CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil Nº 44069. Servimos como pastor setorial na AD Belém SJC. E-mail prcarlosnelson@yahoo.com.br
terça-feira, 1 de setembro de 2015
sábado, 27 de outubro de 2012
E leu nela, diante da praça, que está diante da porta
das águas, desde a alva até ao meio dia, perante homens, e mulheres, e
entendidos: e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei (Nm
8.3).
O povo não lhe
pediu que contasse bonitas experiências, mas queria um fiel expositor das
Escrituras. A maior necessidade da Igreja é de homens que conheçam, vivam e
preguem a Palavra de Deus com fidelidade. A pregação é a maior necessidade da
Igreja e do mundo. A pregação é a tarefa mais importante que existe no mundo.
O impacto causado pela leitura da Palavra de Deus por
Esdras é comparado ao impacto da Bíblia na época da Reforma do século XVI. Precisamos
nos tornar o povo “do livro”, “da Palavra”. Não há reavivamento sem a
restauração da autoridade da Palavra.
Onde há oração e exposição da Palavra, o povo exalta a
Deus e o adora.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Dos grande obstáculos que Neemias encontrou em Jerusalém, o mais difícil foi a restauração espiritual. É mais fácil levantar muros do que reconstruir vidas. É mais fácil tirar uma cidade dos escombros do que restaurar a vida espiritual de seus habitantes. Neemias precisou apenas de 52 dias para tirar Jerusalém do opróbrio e garantir sua segurança. Porém, passaram-se vários anos de lutas sem trégua até ver a restauração espiritual do povo, que foi efetivada pela pregação da Palavra, o qual se constituiu como a maior reforma implementada por Neemias que foi a restauração da autoridade da Palavra de Deus sobre o povo.
Será que nos comportamos como Neemias em nossa geração, digo em nosso tempo? Pare, pense e avance!
Removendo Máscaras.
Olá, Alguém perguntou sobre mascaras, as pessoas usam
mascaras em suas vidas e quais são elas?
Meus caros amigos, máscara é tudo aquilo que esconde a
verdadeira identidade. Tentamos vender uma imagem positiva. Fazemos propaganda
enganosa. Burlamos o principio da integridade. Sacrificamos a verdade e alçamos
a voz para gritar e proclamar não o que somos, mas o que aparentamos ser.
Vestimo-nos com peles de ovelha, enquanto bate em nosso peito um coração de
lobo. Entre os que conhecem a verdade a pior mascara é a da piedade, pois
conspira contra o caráter santo de Deus. O falso piedoso mente para Deus, para
si e para os outros. Tenta enganar e impressionar com uma espiritualidade que
não tem, vende um produto que não possui, sua aparência é de anjo, mas seu
coração é de demônio, sua cara é de santo, mas sua vida é de impio. William
Gurnall disse que: a piedade é filha da verdade e precisa ser alimentada com o
leite de sua mãe e nenhum outro, por isso a prática da piedade é a própria
vida.
Amados não use nenhum tipo de mascara seja você mesmo e viva
a vida na presença de Deus praticando a piedade de acordo com a palavra de
Deus.
Um grande abraço a todos.
Pr. Carlos Nelson
Porque a mentoria é um investimento?
Quando um líder pastor não tem quem lhe estenda
cuidado pastoral, ele sofre muito. E esse sofrimento ocorre por ele não ter um
ambiente seguro em que possa abrir-se, expressando suas dores e dificuldades.
Ele não cresce como deveria, porque não há ninguém que o ajude a superar seus
pontos fracos. Esgota-se facilmente, sempre dando e nunca recebendo. Muitas
vezes, a igreja, a denominação, ou até o próprio pastor acabam achando que é
assim mesmo que deve ser, porque consideram que se sacrificar é uma indicação
de que está dando sua vida pelas ovelhas.
Além de sofrer o pastor por falta de apoio pastoral
em sua própria vida, quem mais sofre, quando não existe tal apoio, é a família.
O próprio ministério fica comprometido. Por isso, a mentoria é um investimento,
porque resgata a autoestima, a vontade de prosseguir, de superar as
frustrações, os obstáculos, além de promover valores internos e externos. Quando
um líder tem maturidade, está feliz, encontra a quem recorrer nos momentos
difíceis, com certeza muitos frutos será evidenciados ao longo do seu ministério.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Missões
A obra missionária está umbilicalmente associada à própria história da Igreja Cristã, que, começando em Jerusalém, logo se expandiu pelas proximidades, chegando posteriormente a lugares remotos. E continuará em sua trajetória até que cumpra a sua vocação profetizada em Atos 1:8, que é a de chegar até os confins da terra pelo poder de Deus e virtude do Espírito Santo.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Porque a igreja deve Evangelizar?
Porque a igreja deve Evangelizar?
Estamos vivendo momentos de muitas conferencias, e algumas delas com o titulo de missionária, mas será que realmente estamos obedecendo ao nosso papel na terra como igreja do Senhor? Vejamos!
Porque é uma responsabilidade perante Deus.
Jesus responsabilizou Sua igreja de anunciá-la a todos os homens. Ordenou que o proclamasse e fosse sua testemunha em todas as nações. Um crente que não prega o Evangelho está fugindo de sua responsabilidade perante Deus. Mt 28.18-20; At 1.8.
A negligencia em cumprir a ordem de Cristo terá suas conseqüências no julgamento final.
Por causa da urgência da morte.
Meus queridos irmãos a cada minuto 147 pessoas deixam esta vida. Morrem 211 mil e 680 pessoas todos os dias ao redor do mundo. A morte é uma urgência.
Muitos homens como Hudson Taylor e Tharles Finney foram impulsionados a pregar o Evangelho de Cristo a partir desta compreensão da urgência da morte.
Finney se tornou um dos mais poderosos evangelistas que o mundo já conheceu, a partir de uma visão na qual Deus lhe mostrou almas de homens e mulheres caindo no inferno como uma cachoeira. Porém a lentidão da igreja em cumprir o Ide do Senhor Jesus nos dá a impressão de que ela tem o domínio sobre o tempo e a morte. O que não é verdade!
Temos dinheiro para investir em nossos projetos pessoais, mas quando se trata da divulgação do Evangelho, somos obrigados a fazer campanhas e apelos fervorosos para conseguirmos centavos nas mãos dos crentes. A obra de Deus foi relegada ao segundo plano.
Conclui-se, então, que a evangelização do mundo foi uma responsabilidade imposta à igreja, e esta tarefa é intransferível. A igreja tem a semente da Palavra e precisa semeá-la a fim de gerar novos frutos. Deus é auto-suficiente, e não depende de ninguém para a execução dos Seus desígnios. Porém, no que concerne a salvação da raça humana, Ele preferiu contar com a participação da Sua igreja a qual estamos inseridos.
Assim Deus tem nomeado embaixadores, agentes do Seu reino, para serem seus ministros de reconciliação no mundo. II Co 5.11-21.
A pior doença do crente no final do século XX chama-se apatia. A maior maldição que sobreveio ao cristianismo foi tornar-se uma opção morna. Conseguimos transformar o cristianismo em algo que a Bíblia nunca quis que ele fosse. O pastor Ricardo conhecido mais por Gondin disse em um dos seus livros que: certa vez alguém me falou que o maior mal que já fizeram ao cristianismo foi arrancar os dentes da nossa pregação. Estamos hoje mordendo com a gengiva. Sem euforia, sem militância, nem paixão. Falta ao cristianismo essa dimensão de vibrar por Jesus, exultar pela causa de Cristo. Precisamos ser movidos pela mesma paixão que impulsionava Cristo. E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino, e curando toda sorte de doenças e enfermidades.Mt 9.35.
prcarlosnelson@yahoo.com.br
Estamos vivendo momentos de muitas conferencias, e algumas delas com o titulo de missionária, mas será que realmente estamos obedecendo ao nosso papel na terra como igreja do Senhor? Vejamos!
Porque é uma responsabilidade perante Deus.
Jesus responsabilizou Sua igreja de anunciá-la a todos os homens. Ordenou que o proclamasse e fosse sua testemunha em todas as nações. Um crente que não prega o Evangelho está fugindo de sua responsabilidade perante Deus. Mt 28.18-20; At 1.8.
A negligencia em cumprir a ordem de Cristo terá suas conseqüências no julgamento final.
Por causa da urgência da morte.
Meus queridos irmãos a cada minuto 147 pessoas deixam esta vida. Morrem 211 mil e 680 pessoas todos os dias ao redor do mundo. A morte é uma urgência.
Muitos homens como Hudson Taylor e Tharles Finney foram impulsionados a pregar o Evangelho de Cristo a partir desta compreensão da urgência da morte.
Finney se tornou um dos mais poderosos evangelistas que o mundo já conheceu, a partir de uma visão na qual Deus lhe mostrou almas de homens e mulheres caindo no inferno como uma cachoeira. Porém a lentidão da igreja em cumprir o Ide do Senhor Jesus nos dá a impressão de que ela tem o domínio sobre o tempo e a morte. O que não é verdade!
Temos dinheiro para investir em nossos projetos pessoais, mas quando se trata da divulgação do Evangelho, somos obrigados a fazer campanhas e apelos fervorosos para conseguirmos centavos nas mãos dos crentes. A obra de Deus foi relegada ao segundo plano.
Conclui-se, então, que a evangelização do mundo foi uma responsabilidade imposta à igreja, e esta tarefa é intransferível. A igreja tem a semente da Palavra e precisa semeá-la a fim de gerar novos frutos. Deus é auto-suficiente, e não depende de ninguém para a execução dos Seus desígnios. Porém, no que concerne a salvação da raça humana, Ele preferiu contar com a participação da Sua igreja a qual estamos inseridos.
Assim Deus tem nomeado embaixadores, agentes do Seu reino, para serem seus ministros de reconciliação no mundo. II Co 5.11-21.
A pior doença do crente no final do século XX chama-se apatia. A maior maldição que sobreveio ao cristianismo foi tornar-se uma opção morna. Conseguimos transformar o cristianismo em algo que a Bíblia nunca quis que ele fosse. O pastor Ricardo conhecido mais por Gondin disse em um dos seus livros que: certa vez alguém me falou que o maior mal que já fizeram ao cristianismo foi arrancar os dentes da nossa pregação. Estamos hoje mordendo com a gengiva. Sem euforia, sem militância, nem paixão. Falta ao cristianismo essa dimensão de vibrar por Jesus, exultar pela causa de Cristo. Precisamos ser movidos pela mesma paixão que impulsionava Cristo. E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino, e curando toda sorte de doenças e enfermidades.Mt 9.35.
prcarlosnelson@yahoo.com.br
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Missões Indigenas/Uiramutã-RR
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Grandes companheiras, Mis. Ana e Núbia/Uiramutã-RR
Minha esposa Mis. Ana e uma grande ajudadadoura Núbia/saudades
Missionários em Ação
Minha Linda Família em Pindamonhangaba no IBAD
DIZEM AS MÁS LINGUAS.
Há uma história atribuída ao filósofo grego Sócrates, que quero compartilhar com o leitor: “Na Grécia antiga, Sócrates (469-399AC) era um mestre reconhecido por sua sabedoria. Certo dia, o grande filósofo se encontrou com um conhecido, que lhe disse: Sócrates, sabe o que acabo de ouvir sobre um de seus alunos? Um momento, respondeu Sócrates. Antes de me dizer, gostaria que você passasse por um pequeno teste. Chama-se ”Teste dos três filtros”. Três filtros? Sim, continuou Sócrates. Antes de me contar o que quer que seja sobre meu aluno, é bom pensar um pouco e filtrar o que vai me dizer.
O primeiro filtro é o da Verdade. Você está completamente seguro de que o que me vai dizer é verdade? Bem, não… Acabo de saber neste mesmo instante… Então, você quer me contar sem saber se é verdade?
Vamos ao segundo filtro, que é o da Bondade. Quer me contar algo de bom sobre meu aluno? Não, pelo contrário… Então, interrompeu Sócrates, quer me contar algo de ruim sobre ele que não sabe se é verdade?
Bem, você pode ainda passar no teste, pois ainda resta o terceiro filtro, o da Utilidade. O que quer me contar vai ser útil para mim? Acho que não muito…Portanto, concluiu Sócrates, se o que você quer me contar pode não ser verdade, pode não ser bom e pode não ser útil, para que contar?
Se os três filtros de Sócrates fossem observados sempre, imagine a quantidade de amizades que seriam preservadas, de casamentos que não seriam destruídos, de reputações que não seriam destroçadas. Infelizmente há um prurido no ser humano para falar (mal) de outros. Você já deve ter ouvido o chavão: “dizem as más línguas…”. Ora se são más as tais línguas, porque a minha própria reproduzirá o que elas disseram, tornando-se igualmente má?
A língua continua sendo um fogo devorador, de efeitos devastadores, como escreveu Tiago, um mundo de iniqüidade, um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero. Há algo que alimenta o vício de falar mal de outros: os consumidores de fofoca. É como o tráfico de drogas, só há traficante porque há usuários. Assim também aquele que espalha o mal sobre os outros, sem sequer saber se é verdade e pelo simples prazer em falar mal, é um traficante de destruição, que tem consumidor. Tolo, se o sujeito fala mal de outros para você, falará mal de você para os outros.
Quero começar a observar os tais três filtros, tanto no que vou dizer, como no que vou ouvir. Se for verdade, terá também que ser dito por bondade e, ainda assim, terá de ser útil. Caso não se saiba se é verdade, ou passar longe da bondade e não for útil para alguém, se não servir para edificação, não quero falar e também não quero ouvir.
Pedro, o apóstolo, aconselha o seguinte: “Pois, quem quiser amar a vida e ver dias felizes, guarde a sua língua do mal e os seus lábios de palavras enganosas. Afaste-se do mal e faça o bem; busque e siga a paz.
Se os filtros de Sócrates e o conselho de Pedro fossem observados, muitos casamentos, amizades e comunidades permaneceriam íntegras e o mundo seria mais pacífico, um lugar melhor para se viver. Quando alguém chegar para você e disser: “dizem as más línguas” e seus olhos brilharem e você ficar atiçado para ouvir, lembre-se dos filtros e não compactue com a maldade das tais línguas. Façamos assim e seremos homens de Deus que não tenha de que se envergonhar e maneja bem a palavra da verdade.
Em Cristo Pr. Carlos Nelson.
O primeiro filtro é o da Verdade. Você está completamente seguro de que o que me vai dizer é verdade? Bem, não… Acabo de saber neste mesmo instante… Então, você quer me contar sem saber se é verdade?
Vamos ao segundo filtro, que é o da Bondade. Quer me contar algo de bom sobre meu aluno? Não, pelo contrário… Então, interrompeu Sócrates, quer me contar algo de ruim sobre ele que não sabe se é verdade?
Bem, você pode ainda passar no teste, pois ainda resta o terceiro filtro, o da Utilidade. O que quer me contar vai ser útil para mim? Acho que não muito…Portanto, concluiu Sócrates, se o que você quer me contar pode não ser verdade, pode não ser bom e pode não ser útil, para que contar?
Se os três filtros de Sócrates fossem observados sempre, imagine a quantidade de amizades que seriam preservadas, de casamentos que não seriam destruídos, de reputações que não seriam destroçadas. Infelizmente há um prurido no ser humano para falar (mal) de outros. Você já deve ter ouvido o chavão: “dizem as más línguas…”. Ora se são más as tais línguas, porque a minha própria reproduzirá o que elas disseram, tornando-se igualmente má?
A língua continua sendo um fogo devorador, de efeitos devastadores, como escreveu Tiago, um mundo de iniqüidade, um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero. Há algo que alimenta o vício de falar mal de outros: os consumidores de fofoca. É como o tráfico de drogas, só há traficante porque há usuários. Assim também aquele que espalha o mal sobre os outros, sem sequer saber se é verdade e pelo simples prazer em falar mal, é um traficante de destruição, que tem consumidor. Tolo, se o sujeito fala mal de outros para você, falará mal de você para os outros.
Quero começar a observar os tais três filtros, tanto no que vou dizer, como no que vou ouvir. Se for verdade, terá também que ser dito por bondade e, ainda assim, terá de ser útil. Caso não se saiba se é verdade, ou passar longe da bondade e não for útil para alguém, se não servir para edificação, não quero falar e também não quero ouvir.
Pedro, o apóstolo, aconselha o seguinte: “Pois, quem quiser amar a vida e ver dias felizes, guarde a sua língua do mal e os seus lábios de palavras enganosas. Afaste-se do mal e faça o bem; busque e siga a paz.
Se os filtros de Sócrates e o conselho de Pedro fossem observados, muitos casamentos, amizades e comunidades permaneceriam íntegras e o mundo seria mais pacífico, um lugar melhor para se viver. Quando alguém chegar para você e disser: “dizem as más línguas” e seus olhos brilharem e você ficar atiçado para ouvir, lembre-se dos filtros e não compactue com a maldade das tais línguas. Façamos assim e seremos homens de Deus que não tenha de que se envergonhar e maneja bem a palavra da verdade.
Em Cristo Pr. Carlos Nelson.
