A obra missionária está umbilicalmente associada à própria história da Igreja Cristã, que, começando em Jerusalém, logo se expandiu pelas proximidades, chegando posteriormente a lugares remotos. E continuará em sua trajetória até que cumpra a sua vocação profetizada em Atos 1:8, que é a de chegar até os confins da terra pelo poder de Deus e virtude do Espírito Santo.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Porque a igreja deve Evangelizar?
Porque a igreja deve Evangelizar?
Estamos vivendo momentos de muitas conferencias, e algumas delas com o titulo de missionária, mas será que realmente estamos obedecendo ao nosso papel na terra como igreja do Senhor? Vejamos!
Porque é uma responsabilidade perante Deus.
Jesus responsabilizou Sua igreja de anunciá-la a todos os homens. Ordenou que o proclamasse e fosse sua testemunha em todas as nações. Um crente que não prega o Evangelho está fugindo de sua responsabilidade perante Deus. Mt 28.18-20; At 1.8.
A negligencia em cumprir a ordem de Cristo terá suas conseqüências no julgamento final.
Por causa da urgência da morte.
Meus queridos irmãos a cada minuto 147 pessoas deixam esta vida. Morrem 211 mil e 680 pessoas todos os dias ao redor do mundo. A morte é uma urgência.
Muitos homens como Hudson Taylor e Tharles Finney foram impulsionados a pregar o Evangelho de Cristo a partir desta compreensão da urgência da morte.
Finney se tornou um dos mais poderosos evangelistas que o mundo já conheceu, a partir de uma visão na qual Deus lhe mostrou almas de homens e mulheres caindo no inferno como uma cachoeira. Porém a lentidão da igreja em cumprir o Ide do Senhor Jesus nos dá a impressão de que ela tem o domínio sobre o tempo e a morte. O que não é verdade!
Temos dinheiro para investir em nossos projetos pessoais, mas quando se trata da divulgação do Evangelho, somos obrigados a fazer campanhas e apelos fervorosos para conseguirmos centavos nas mãos dos crentes. A obra de Deus foi relegada ao segundo plano.
Conclui-se, então, que a evangelização do mundo foi uma responsabilidade imposta à igreja, e esta tarefa é intransferível. A igreja tem a semente da Palavra e precisa semeá-la a fim de gerar novos frutos. Deus é auto-suficiente, e não depende de ninguém para a execução dos Seus desígnios. Porém, no que concerne a salvação da raça humana, Ele preferiu contar com a participação da Sua igreja a qual estamos inseridos.
Assim Deus tem nomeado embaixadores, agentes do Seu reino, para serem seus ministros de reconciliação no mundo. II Co 5.11-21.
A pior doença do crente no final do século XX chama-se apatia. A maior maldição que sobreveio ao cristianismo foi tornar-se uma opção morna. Conseguimos transformar o cristianismo em algo que a Bíblia nunca quis que ele fosse. O pastor Ricardo conhecido mais por Gondin disse em um dos seus livros que: certa vez alguém me falou que o maior mal que já fizeram ao cristianismo foi arrancar os dentes da nossa pregação. Estamos hoje mordendo com a gengiva. Sem euforia, sem militância, nem paixão. Falta ao cristianismo essa dimensão de vibrar por Jesus, exultar pela causa de Cristo. Precisamos ser movidos pela mesma paixão que impulsionava Cristo. E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino, e curando toda sorte de doenças e enfermidades.Mt 9.35.
prcarlosnelson@yahoo.com.br
Estamos vivendo momentos de muitas conferencias, e algumas delas com o titulo de missionária, mas será que realmente estamos obedecendo ao nosso papel na terra como igreja do Senhor? Vejamos!
Porque é uma responsabilidade perante Deus.
Jesus responsabilizou Sua igreja de anunciá-la a todos os homens. Ordenou que o proclamasse e fosse sua testemunha em todas as nações. Um crente que não prega o Evangelho está fugindo de sua responsabilidade perante Deus. Mt 28.18-20; At 1.8.
A negligencia em cumprir a ordem de Cristo terá suas conseqüências no julgamento final.
Por causa da urgência da morte.
Meus queridos irmãos a cada minuto 147 pessoas deixam esta vida. Morrem 211 mil e 680 pessoas todos os dias ao redor do mundo. A morte é uma urgência.
Muitos homens como Hudson Taylor e Tharles Finney foram impulsionados a pregar o Evangelho de Cristo a partir desta compreensão da urgência da morte.
Finney se tornou um dos mais poderosos evangelistas que o mundo já conheceu, a partir de uma visão na qual Deus lhe mostrou almas de homens e mulheres caindo no inferno como uma cachoeira. Porém a lentidão da igreja em cumprir o Ide do Senhor Jesus nos dá a impressão de que ela tem o domínio sobre o tempo e a morte. O que não é verdade!
Temos dinheiro para investir em nossos projetos pessoais, mas quando se trata da divulgação do Evangelho, somos obrigados a fazer campanhas e apelos fervorosos para conseguirmos centavos nas mãos dos crentes. A obra de Deus foi relegada ao segundo plano.
Conclui-se, então, que a evangelização do mundo foi uma responsabilidade imposta à igreja, e esta tarefa é intransferível. A igreja tem a semente da Palavra e precisa semeá-la a fim de gerar novos frutos. Deus é auto-suficiente, e não depende de ninguém para a execução dos Seus desígnios. Porém, no que concerne a salvação da raça humana, Ele preferiu contar com a participação da Sua igreja a qual estamos inseridos.
Assim Deus tem nomeado embaixadores, agentes do Seu reino, para serem seus ministros de reconciliação no mundo. II Co 5.11-21.
A pior doença do crente no final do século XX chama-se apatia. A maior maldição que sobreveio ao cristianismo foi tornar-se uma opção morna. Conseguimos transformar o cristianismo em algo que a Bíblia nunca quis que ele fosse. O pastor Ricardo conhecido mais por Gondin disse em um dos seus livros que: certa vez alguém me falou que o maior mal que já fizeram ao cristianismo foi arrancar os dentes da nossa pregação. Estamos hoje mordendo com a gengiva. Sem euforia, sem militância, nem paixão. Falta ao cristianismo essa dimensão de vibrar por Jesus, exultar pela causa de Cristo. Precisamos ser movidos pela mesma paixão que impulsionava Cristo. E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino, e curando toda sorte de doenças e enfermidades.Mt 9.35.
prcarlosnelson@yahoo.com.br
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
O Senhor é o meu refúgio e Fortaleza!
Leia para si mesmo os versículos que seguem. Tome um ou dois deles e comprometa-se a memorizá-los. Satanás simplesmente não pode suportar ouvir esses versículos que saem da sua boca como expressão da confiança do seu coração. Na próxima vez que o inimigo tentar cercá-lo com suas artimanhas de derrota, recite esses versículos, e ele fugirá. Você encontrará então a paz de que tanto necessita em tempos de tribulação.
Sede forte, e revigore-se o vosso coração, vós todos que esperais no Senhor (Sl 31.24). Pois te esquecerás dos teus sofrimentos e deles só terás lembrança como de águas que passaram. A tua vida será mais clara que o meio-dia; ainda que lhe haja trevas, serão como a manhã. Sentir-te-ás seguro, porque haverá esperança; olharás em derredor e dormirás tranqüilo. Deitar-te-ás, e ninguém te espantará; e muitos procurarão obter o teu favor (Jó 11.16-19) Se ando em meio à tribulação, tu me refazes a vida; estendes a mão contra a ira dos meus inimigos; a tua destra me salva. (Sl 138.7)
prcarlosnelson@yahoo.com.br
Sede forte, e revigore-se o vosso coração, vós todos que esperais no Senhor (Sl 31.24). Pois te esquecerás dos teus sofrimentos e deles só terás lembrança como de águas que passaram. A tua vida será mais clara que o meio-dia; ainda que lhe haja trevas, serão como a manhã. Sentir-te-ás seguro, porque haverá esperança; olharás em derredor e dormirás tranqüilo. Deitar-te-ás, e ninguém te espantará; e muitos procurarão obter o teu favor (Jó 11.16-19) Se ando em meio à tribulação, tu me refazes a vida; estendes a mão contra a ira dos meus inimigos; a tua destra me salva. (Sl 138.7)
prcarlosnelson@yahoo.com.br
A eficácia da liderança a serviço do Reino (Mt 5.1-12)
Deus sempre nos surpreende em sua forma de liderar o povo e o universo, até quando enviou Seu próprio Filho Jesus Cristo para nos resgatar através de uma liderança eficaz. Como líder iniciou um empreendimento sem recursos, pessoas ou tecnologia, numa época dominada pelo Império Romano, que detinha recursos, exércitos e armas. Além disso, ele teve a ousadia de escolher uma equipe sem preparo, desenvolvê-la num curto espaço de tempo e confiar o empreendimento para que essa equipe continuasse por muitos séculos. Jesus tinha a certeza de que o seu estilo de liderança produziria resultados. No entanto, sua maior marca foi fazer tudo sendo um líder-servo. Vejamos as bases que Jesus usa em sua liderança. Em seu primeiro discurso denominado “sermão da montanha” Jesus mostrou que se os líderes não tiverem princípios sólidos para a vida dificilmente conseguirão ter uma liderança sólida. Ele enfatizou: Líderes que são pobres de espírito sabem como agir. Líderes que são pobres de espírito em relação à dominação, controle e manipulação, conseguem ter riqueza na atitude de servir. Líderes sensíveis conseguem chorar, e sensibilizam outros. Líderes que conseguem expressar seus sentimentos envolvem os seus liderados na missão. Líderes humildes adquirem capacidade de liderar por longo prazo. Líderes que eliminam a arrogância da sua liderança cometem menos desastres, ferem menos pessoas e alcançam maiores resultados.
Adquiram a obra que lançamos sobre o assunto, ligando para (12) 3018-7105 e através do E-mail: prcarlosnelson@yahoo.com.br
Adquiram a obra que lançamos sobre o assunto, ligando para (12) 3018-7105 e através do E-mail: prcarlosnelson@yahoo.com.br
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
A eficácia da liderança a serviço do Reino (Mt 5.1-12)
Deus sempre nos surpreende em sua forma de liderar o povo e o universo, até quando enviou Seu próprio Filho Jesus Cristo para nos resgatar através de uma liderança eficaz. Como líder iniciou um empreendimento sem recursos, pessoas ou tecnologia, numa época dominada pelo Império Romano, que detinha recursos, exércitos e armas. Além disso, ele teve a ousadia de escolher uma equipe sem preparo, desenvolvê-la num curto espaço de tempo e confiar o empreendimento para que essa equipe continuasse por muitos séculos. Jesus tinha a certeza de que o seu estilo de liderança produziria resultados. No entanto, sua maior marca foi fazer tudo sendo um líder-servo. Vejamos as bases que Jesus usa em sua liderança. Em seu primeiro discurso denominado “sermão da montanha” Jesus mostrou que se os líderes não tiverem princípios sólidos para a vida dificilmente conseguirão ter uma liderança sólida. Ele enfatizou: Líderes que são pobres de espírito sabem como agir. Líderes que são pobres de espírito em relação à dominação, controle e manipulação, conseguem ter riqueza na atitude de servir. Líderes sensíveis conseguem chorar, e sensibilizam outros. Líderes que conseguem expressar seus sentimentos envolvem os seus liderados na missão. Líderes humildes adquirem capacidade de liderar por longo prazo. Líderes que eliminam a arrogância da sua liderança cometem menos desastres, ferem menos pessoas e alcançam maiores resultados.
Adquiram a obra que lançamos sobre o assunto, ligando para (12) 3018-7105 e através do E-mail: prcarlosnelson@yahoo.com.br
Adquiram a obra que lançamos sobre o assunto, ligando para (12) 3018-7105 e através do E-mail: prcarlosnelson@yahoo.com.br
terça-feira, 7 de setembro de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
CRISTIANISMO DE MENTE VAZIA
O que Paulo escreveu acerca dos judeus não crentes de seu tempo poderia ser dito, creio, com respeito a alguns crentes de hoje: “Porque lhes dou testemunho de que eles têm zelo por Deus, porém não com entendimento”. Muitos têm zelo sem conhecimento, entusiasmo sem esclarecimento. Em outras palavras, são inteligentes, mas faltam-lhes orientação.
Dou graças a Deus pelo zelo. Que jamais o conhecimento sem zelo tome o lugar do zelo sem conhecimento! O propósito de Deus inclui os dois: o zelo dirigido pelo conhecimento, e o conhecimento inflamado pelo zelo. É como dizia o Dr. John Mackay, quando era presidente do Seminário de Princeton: “A entrega sem reflexão é fanatismo em ação, mas a reflexão sem entrega é a paralisia de toda ação”.
O espírito de anti-intelectualismo é corrente hoje em dia. No mundo moderno multiplicam-se os programatistas, para os quais a primeira pergunta acerca de qualquer idéia não é: “É verdade?” mas sim: “Será que funciona?”. Os Jovens têm a tendência de ser ativistas, dedicados na defesa de uma causa, todavia nem sempre verificam com cuidado se sua causa é um fim digno de sua dedicação, ou se o modo como procedem é o melhor meio para alcançá-lo. Um universitário de Melbourne, Austrália, ao assistir a uma conferência na Suécia, soube que um movimento de protesto estudantil começara em sua própria universidade. Ele retorcia as mãos, desconsolado. “Eu devia estar lá”, desabafou, “para participar.
O protesto é contra o que?” Ele tinha zelo sem conhecimento. Mordecai Richler , um comentarista canadense, foi muito claro a esse respeito: “O que me faz Ter medo com respeito a esta geração é o quanto ela se apóia na ignorância. Se o desconhecimento geral continuar a crescer, algum dia alguém se levantará de um povoado por aí dizendo Ter inventado... a roda”.
Este mesmo espectro de anti-intelectualismo surge freqüentemente para perturbar a Igreja cristã. Considera a teologia com desprazer e desconfiança. Vou dar alguns exemplos. Os católicos quase sempre têm dado uma grande ênfase no ritual e na sua correta conduta. Isso tem sido, pelo menos, uma das características tradicionais do catolicismo, embora muitos católicos contemporâneos (influenciados pelo movimento litúrgico) prefiram o ritual simples, para não dizer o austero. Observe-se que o cerimonial aparente não deve ser desprezado quando se trata de uma expressão clara e decorosa da verdade bíblica. O perigo do ritual é que facilmente se degenera em ritualismo, ou seja, numa mera celebração em que a cerimônia se torna um fim em si mesma, um substituto sem significado ao culto racional.
Por outro lado, há cristãos radicais que concentram suas energias na ação política e social. A preocupação do movimento ecumênico não é mais ecumenismo em si, ou planos de união de igrejas, ou questões de fé e disciplina; muito pelo contrário, preocupa-se com problema de dar alimento aos famintos, casa aos que não tem moradia; com o combate ao racismo, com os direitos dos oprimidos; com a promoção de programas de ajuda aos países em desenvolvimento, e com o apoio aos movimentos revolucionários do terceiro mundo. Embora as questões da violência e do envolvimento cristão na política sejam controvertidos, de uma maneira geral deve-se aceitar que lutar pelo bem estar, pela dignidade e pela liberdade de todo homem, é da essência da vida cristã. Entretanto, historicamente falando, essa nova preocupação deve muito de seu ímpeto à difundida frustração de que jamais se alcançará um acordo em matéria de doutrina. O ativismo ecumênico desenvolve-se com reação à tarefa de formulação teológica, a qual não pode ser evitada, se é que as igrejas neste mundo devam ser reformadas e renovadas, para não dizer, unidas. Grupos de cristãos pentecostais, muitos dos quais fazem da experiência o principal critério da verdade. Pondo de lado a questão da validade do que buscam e declaram, uma das características mais séria, de pelo menos alguns neo-pentecostais, é o seu declarado anti-intelectualismo.
Um dos líderes desse movimento disse recentemente, a propósito dos católicos pentecostais, que no fundo o que importa” não é a doutrina, mas a experiência”. Isso equivale a por nossa experiência subjetiva acima da verdade de Deus revelada. Outros dizem crer que Deus propositadamente dá às pessoas uma expressão inteligente a fim de evitar a passagem por suas mentes orgulhosas, que ficam assim humilhadas. Pois bem. Deus certamente humilha o orgulho dos homens, mas não despreza a mente que ele próprio criou. Sendo assim, o homem não só precisa desarmar-se como atentar para a necessidade da alma que, grita continuamente pela misericórdia de Deus que, realmente pode tratá-la restaurando-a e renovando as promessas que atravessam a eternidade. Deus te abençoe.
E-mail: prcarlosnelson@yahoo.com.br
Dou graças a Deus pelo zelo. Que jamais o conhecimento sem zelo tome o lugar do zelo sem conhecimento! O propósito de Deus inclui os dois: o zelo dirigido pelo conhecimento, e o conhecimento inflamado pelo zelo. É como dizia o Dr. John Mackay, quando era presidente do Seminário de Princeton: “A entrega sem reflexão é fanatismo em ação, mas a reflexão sem entrega é a paralisia de toda ação”.
O espírito de anti-intelectualismo é corrente hoje em dia. No mundo moderno multiplicam-se os programatistas, para os quais a primeira pergunta acerca de qualquer idéia não é: “É verdade?” mas sim: “Será que funciona?”. Os Jovens têm a tendência de ser ativistas, dedicados na defesa de uma causa, todavia nem sempre verificam com cuidado se sua causa é um fim digno de sua dedicação, ou se o modo como procedem é o melhor meio para alcançá-lo. Um universitário de Melbourne, Austrália, ao assistir a uma conferência na Suécia, soube que um movimento de protesto estudantil começara em sua própria universidade. Ele retorcia as mãos, desconsolado. “Eu devia estar lá”, desabafou, “para participar.
O protesto é contra o que?” Ele tinha zelo sem conhecimento. Mordecai Richler , um comentarista canadense, foi muito claro a esse respeito: “O que me faz Ter medo com respeito a esta geração é o quanto ela se apóia na ignorância. Se o desconhecimento geral continuar a crescer, algum dia alguém se levantará de um povoado por aí dizendo Ter inventado... a roda”.
Este mesmo espectro de anti-intelectualismo surge freqüentemente para perturbar a Igreja cristã. Considera a teologia com desprazer e desconfiança. Vou dar alguns exemplos. Os católicos quase sempre têm dado uma grande ênfase no ritual e na sua correta conduta. Isso tem sido, pelo menos, uma das características tradicionais do catolicismo, embora muitos católicos contemporâneos (influenciados pelo movimento litúrgico) prefiram o ritual simples, para não dizer o austero. Observe-se que o cerimonial aparente não deve ser desprezado quando se trata de uma expressão clara e decorosa da verdade bíblica. O perigo do ritual é que facilmente se degenera em ritualismo, ou seja, numa mera celebração em que a cerimônia se torna um fim em si mesma, um substituto sem significado ao culto racional.
Por outro lado, há cristãos radicais que concentram suas energias na ação política e social. A preocupação do movimento ecumênico não é mais ecumenismo em si, ou planos de união de igrejas, ou questões de fé e disciplina; muito pelo contrário, preocupa-se com problema de dar alimento aos famintos, casa aos que não tem moradia; com o combate ao racismo, com os direitos dos oprimidos; com a promoção de programas de ajuda aos países em desenvolvimento, e com o apoio aos movimentos revolucionários do terceiro mundo. Embora as questões da violência e do envolvimento cristão na política sejam controvertidos, de uma maneira geral deve-se aceitar que lutar pelo bem estar, pela dignidade e pela liberdade de todo homem, é da essência da vida cristã. Entretanto, historicamente falando, essa nova preocupação deve muito de seu ímpeto à difundida frustração de que jamais se alcançará um acordo em matéria de doutrina. O ativismo ecumênico desenvolve-se com reação à tarefa de formulação teológica, a qual não pode ser evitada, se é que as igrejas neste mundo devam ser reformadas e renovadas, para não dizer, unidas. Grupos de cristãos pentecostais, muitos dos quais fazem da experiência o principal critério da verdade. Pondo de lado a questão da validade do que buscam e declaram, uma das características mais séria, de pelo menos alguns neo-pentecostais, é o seu declarado anti-intelectualismo.
Um dos líderes desse movimento disse recentemente, a propósito dos católicos pentecostais, que no fundo o que importa” não é a doutrina, mas a experiência”. Isso equivale a por nossa experiência subjetiva acima da verdade de Deus revelada. Outros dizem crer que Deus propositadamente dá às pessoas uma expressão inteligente a fim de evitar a passagem por suas mentes orgulhosas, que ficam assim humilhadas. Pois bem. Deus certamente humilha o orgulho dos homens, mas não despreza a mente que ele próprio criou. Sendo assim, o homem não só precisa desarmar-se como atentar para a necessidade da alma que, grita continuamente pela misericórdia de Deus que, realmente pode tratá-la restaurando-a e renovando as promessas que atravessam a eternidade. Deus te abençoe.
E-mail: prcarlosnelson@yahoo.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)
IBAD UMA CASA PEDAGÓGICA
Pastores fundadores do IBAD, Rev. João Kolenda Lemos e Mis. Ruth Doris Lemos, que foi chamada para Glória de Deus hoje.
Saudosa Memória/ Pr. Fernando Grangeiro de Menezes
Confrartenização com os obreiros no centro de treinamento Peniel em Roraima
Resgate do Ator Selton Melo no Uiramutã
Participamos do resgate de uma equipe da Rede Globo no ano de 98 nessa região
Missões em Venezuela/ Batismo nas águas cumprindo o Ide.
Cidade de Anaco-VE onde trabalhamos como missionários
Grandes companheiras, Mis. Ana e Núbia/Uiramutã-RR
Minha esposa Mis. Ana e uma grande ajudadadoura Núbia/saudades
DIZEM AS MÁS LINGUAS.
Há uma história atribuída ao filósofo grego Sócrates, que quero compartilhar com o leitor: “Na Grécia antiga, Sócrates (469-399AC) era um mestre reconhecido por sua sabedoria. Certo dia, o grande filósofo se encontrou com um conhecido, que lhe disse: Sócrates, sabe o que acabo de ouvir sobre um de seus alunos? Um momento, respondeu Sócrates. Antes de me dizer, gostaria que você passasse por um pequeno teste. Chama-se ”Teste dos três filtros”. Três filtros? Sim, continuou Sócrates. Antes de me contar o que quer que seja sobre meu aluno, é bom pensar um pouco e filtrar o que vai me dizer.
O primeiro filtro é o da Verdade. Você está completamente seguro de que o que me vai dizer é verdade? Bem, não… Acabo de saber neste mesmo instante… Então, você quer me contar sem saber se é verdade?
Vamos ao segundo filtro, que é o da Bondade. Quer me contar algo de bom sobre meu aluno? Não, pelo contrário… Então, interrompeu Sócrates, quer me contar algo de ruim sobre ele que não sabe se é verdade?
Bem, você pode ainda passar no teste, pois ainda resta o terceiro filtro, o da Utilidade. O que quer me contar vai ser útil para mim? Acho que não muito…Portanto, concluiu Sócrates, se o que você quer me contar pode não ser verdade, pode não ser bom e pode não ser útil, para que contar?
Se os três filtros de Sócrates fossem observados sempre, imagine a quantidade de amizades que seriam preservadas, de casamentos que não seriam destruídos, de reputações que não seriam destroçadas. Infelizmente há um prurido no ser humano para falar (mal) de outros. Você já deve ter ouvido o chavão: “dizem as más línguas…”. Ora se são más as tais línguas, porque a minha própria reproduzirá o que elas disseram, tornando-se igualmente má?
A língua continua sendo um fogo devorador, de efeitos devastadores, como escreveu Tiago, um mundo de iniqüidade, um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero. Há algo que alimenta o vício de falar mal de outros: os consumidores de fofoca. É como o tráfico de drogas, só há traficante porque há usuários. Assim também aquele que espalha o mal sobre os outros, sem sequer saber se é verdade e pelo simples prazer em falar mal, é um traficante de destruição, que tem consumidor. Tolo, se o sujeito fala mal de outros para você, falará mal de você para os outros.
Quero começar a observar os tais três filtros, tanto no que vou dizer, como no que vou ouvir. Se for verdade, terá também que ser dito por bondade e, ainda assim, terá de ser útil. Caso não se saiba se é verdade, ou passar longe da bondade e não for útil para alguém, se não servir para edificação, não quero falar e também não quero ouvir.
Pedro, o apóstolo, aconselha o seguinte: “Pois, quem quiser amar a vida e ver dias felizes, guarde a sua língua do mal e os seus lábios de palavras enganosas. Afaste-se do mal e faça o bem; busque e siga a paz.
Se os filtros de Sócrates e o conselho de Pedro fossem observados, muitos casamentos, amizades e comunidades permaneceriam íntegras e o mundo seria mais pacífico, um lugar melhor para se viver. Quando alguém chegar para você e disser: “dizem as más línguas” e seus olhos brilharem e você ficar atiçado para ouvir, lembre-se dos filtros e não compactue com a maldade das tais línguas. Façamos assim e seremos homens de Deus que não tenha de que se envergonhar e maneja bem a palavra da verdade.
Em Cristo Pr. Carlos Nelson.
O primeiro filtro é o da Verdade. Você está completamente seguro de que o que me vai dizer é verdade? Bem, não… Acabo de saber neste mesmo instante… Então, você quer me contar sem saber se é verdade?
Vamos ao segundo filtro, que é o da Bondade. Quer me contar algo de bom sobre meu aluno? Não, pelo contrário… Então, interrompeu Sócrates, quer me contar algo de ruim sobre ele que não sabe se é verdade?
Bem, você pode ainda passar no teste, pois ainda resta o terceiro filtro, o da Utilidade. O que quer me contar vai ser útil para mim? Acho que não muito…Portanto, concluiu Sócrates, se o que você quer me contar pode não ser verdade, pode não ser bom e pode não ser útil, para que contar?
Se os três filtros de Sócrates fossem observados sempre, imagine a quantidade de amizades que seriam preservadas, de casamentos que não seriam destruídos, de reputações que não seriam destroçadas. Infelizmente há um prurido no ser humano para falar (mal) de outros. Você já deve ter ouvido o chavão: “dizem as más línguas…”. Ora se são más as tais línguas, porque a minha própria reproduzirá o que elas disseram, tornando-se igualmente má?
A língua continua sendo um fogo devorador, de efeitos devastadores, como escreveu Tiago, um mundo de iniqüidade, um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero. Há algo que alimenta o vício de falar mal de outros: os consumidores de fofoca. É como o tráfico de drogas, só há traficante porque há usuários. Assim também aquele que espalha o mal sobre os outros, sem sequer saber se é verdade e pelo simples prazer em falar mal, é um traficante de destruição, que tem consumidor. Tolo, se o sujeito fala mal de outros para você, falará mal de você para os outros.
Quero começar a observar os tais três filtros, tanto no que vou dizer, como no que vou ouvir. Se for verdade, terá também que ser dito por bondade e, ainda assim, terá de ser útil. Caso não se saiba se é verdade, ou passar longe da bondade e não for útil para alguém, se não servir para edificação, não quero falar e também não quero ouvir.
Pedro, o apóstolo, aconselha o seguinte: “Pois, quem quiser amar a vida e ver dias felizes, guarde a sua língua do mal e os seus lábios de palavras enganosas. Afaste-se do mal e faça o bem; busque e siga a paz.
Se os filtros de Sócrates e o conselho de Pedro fossem observados, muitos casamentos, amizades e comunidades permaneceriam íntegras e o mundo seria mais pacífico, um lugar melhor para se viver. Quando alguém chegar para você e disser: “dizem as más línguas” e seus olhos brilharem e você ficar atiçado para ouvir, lembre-se dos filtros e não compactue com a maldade das tais línguas. Façamos assim e seremos homens de Deus que não tenha de que se envergonhar e maneja bem a palavra da verdade.
Em Cristo Pr. Carlos Nelson.


